48 horas em Salvador

Ah, que bom você chegou! Bem vindo a Salvador! Coração do Brasil…

Essa música ficou nos meus ouvidos assim que cheguei a Capital Baiana.

Salvador é cultura, é agito, é confusão, é transito, é axé… É tudo misturado!

Eu gostei da cidade, mas confesso que achei tudo tenso. Essa fama de que baiano é preguiçoso e calmo é só história. Achei o povo agitado demais, pelo menos em Salvador.

Hospedagem:

Ficamos no Ibis Rio Vermelho. Achei a localização ótima! Tinha tudo o que precisava ali perto. Padaria, restaurante, farmácia, posto, lavanderia. E fica relativamente perto dos pontos turísticos. O local também era bastante silencioso, pois o Ibis fica em uma rua sem saída, ou seja, tranquilidade total.

Vista do nosso quarto
Vista do nosso quarto

O nosso roteiro de 48 horas:

Iniciamos pelo Farol de Santo Antônio da Barra ou simplesmente Farol da Barra. Achei lindo o local! Se bem que sou suspeita, pois amo fortes e faróis. Acho que eles retratam bem a história do país. Dentro do farol existem várias réplicas em miniaturas das caravelas da época do descobrimento e a história é retratada em cada salão. É uma viagem no tempo. A vista do Farol também é maravilhosa! Vale a pena encarar a escadaria.

kkk
kkk

 

Salvador
Salvador

 

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Vista do Farol

Continuamos pelo clássico Pelourinho. Subimos de carro até o Elevador Lacerda e o deixamos em um estacionamento privado para conhecer tudo a pé.

Fomos direto ao Elevador Lacerda para as clássicas fotos. E lindas também. O preço pra descer/subir no elevador é apenas R$0,15. Eu não andei por 3 motivos: eu ODEIO elevador, ele não é panorâmico, e de qualquer forma eu teria que descer de carro depois.

Foto Clássica
Foto Clássica

Vale ressaltar que este é um ponto em que há muitos, mas muiiiitttooosss ambulantes tentando amarrar uma fitinha da cidade no seu pulso “grátis” pra depois te vender cordões e afins por um preço exorbitante. É difícil não ser parado.

Ao lado do Elevador Lacerda fica o Palácio Rio Branco. A visitação é gratuita e há exposições por lá. Vale a pena, é uma visita rápida e a vista é bonita.

As clássicas Baianas estão por toda a parte. Se você quiser tirar uma foto com elas, combine o valor antes. Meu tio foi desavisado e “morreu” em R$30,00. Elas puxaram a gente pra foto e extorquíram o coitado quando dei as costas… rsrs

A foto mais cara da vida kkk
A foto mais cara da vida kkk

Seguimos até o Pelô admirando a cultura do local. As igrejas, as casas tombadas, o artesanato… Tudo muito bonito. Há quem não goste do Pelourinho, mas eu gostei.

Pelô
Pelô

Visitamos a Fundação Jorge Amado. No dia a visitação estava gratuita. Não tem nada de mais, mas pra quem gosta de Jorge Amado vale muito a pena.

Fundação Jorge Amado
Fundação Jorge Amado

Visitamos a Igreja de São Francisco e fiquei encantada com a riqueza dos detalhes. Não tirei foto lá dentro porque sei lá. Acho que é um local sagrado e não me sinto a vontade fotografando. Prefiro apenas admirar.

Foto só da fachada
Foto só da fachada

Depois do almoço seguimos para a Igreja do Bonfim. E sério! Eu achei a Igreja linda!!!! Todas aquelas fitas amarradas dão um charme super especial ao local.

Camille fazendo seus pedidos
Camille fazendo seus pedidos

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O dia seguinte amanheceu chuvoso, mas logo por volta de 11 horas o sol voltou a raiar. Era um dia de preguiça.

Fomos conhecer o Mercado Modelo na Cidade Baixa. Se você tem só um dia e vai ao Pelô, vale pena descer o Elevador e ir logo ao Mercado. Lá vende de tudo um pouco, mas principalmente artesanato, e de boa qualidade. Eu gostei bastante.

Escolhemos terminar a tarde no Dique do Tororó. É um local mais frequentado por moradores do que por turistas. Fica bem em frente ao Estádio Fonte Nova e estava fechado para visitação nesse dia. No dique fica um senhor alugando umas varinhas para pesca, como se fosse um pesque-pague por R$2,00. Nem preciso dizer que a Camille adorou pescar o peixe e devolve-lo, né? Por ali tem passeio de pedalinho também.

Camille comemorando o 1º peixe
Camille comemorando o 1º peixe

 

Dique do Tororó
Dique do Tororó

A noite fomos ao famoso Acarajé da Dinha no Rio Vermelho. Davidson aprovou, eu não gosto. Fiquei só no pastel.

Gostei de Salvador e acho que vale a pena uma visita. Achei também que 2 dias são suficientes para a Capital. E com mais dias vale a pena fazer bate e volta em cidades próximas, como eu fiz pra Praia do Forte.

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Post Author: vidadeviajete

2 thoughts on “48 horas em Salvador

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